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Conheça o Vale da Morte, o lugar mais quente do mundo

Pode parecer estranho alguém querer conhecer um lugar chamado VALE DA MORTE e, ainda por cima, famoso por ser um dos lugares mais quentes e secos do mundo. Parece coisa de maluco, mas acredite: as paisagens incríveis do lugar podem fazer todo sacrifício valer a pena. Quer fazer uma viagem diferente e inesquecível aos Estados Unidos? Então, considere conhecer o famoso Death Valley.

O que é o Vale da Morte?

Death Valley, ou Vale da Morte, é o nome que se dá à região desértica localizada ao leste da Califórnia, próxima à na fronteira com Nevada. Ela faz parte do deserto da Grande Bacia, um dos maiores da América do Norte.

O nome foi dado em 1849 pelos aventureiros que atravessaram o local durante a corrida do ouro na Califórnia. Devido ao clima árido, não era incomum que alguns desavisados morressem ao fazer a travessia. Desde 1933, o Death Valley é considerado território protegido pelo governo federal; e, em 1994, ele foi transformado em parque nacional.

Por conta de seu cenário e por sua proximidade com Hollywood, diversas produções cinematográficas foram filmadas por lá, como Spartacus, Planeta do Macacos e Star Wars.

O Vale da Morte é quente mesmo?

Bastante! Para se ter uma ideia, a maior temperatura ambiente já registrada no mundo foi lá. Em 10 de julho de 1913, os termômetros no Death Valley registraram incríveis 56,7° C. No geral, a região é considerada uma das mais quentes do planeta Terra, juntamente com os desertos do Oriente Médio.

Durante o verão, que pode ir de junho a setembro, a temperatura média fica acima dos 35° C e as máximas facilmente superam os 40° C. Nas outras estações, o clima é mais ameno. Inclusive, no inverno as temperaturas caem para abaixo de 0° C durante a noite.

Por isso, se quiser evitar passar por um calorão daqueles, o recomendado é visitar a região entre meados de outubro até maio.

O que fazer no Vale da Morte?

Apesar dos pesares, há muitas coisas para se ver no Death Valley. Uma das atrações mais conhecidas é o Badwater Basin, um deserto de sal que fica no ponto mais baixo da América do Norte — mais precisamente a 85,5 metros abaixo do nível do mar. O belíssimo cenário tem um porém: é um dos pontos onde mais faz calor. Portanto, evite o verão ou prepare-se bem antes de ir.

Outro ponto bastante visitado é exatamente o oposto de Badwater Basin. Dante’s View é o nome dado ao ponto mais alto do Death Valley, a 1.669 m de altitude. De lá é possível ter uma visão privilegiada da região.

Aliás, um local que é atração para qualquer fotógrafo é o Zabriskie Point. Com suas formações rochosas inusitadas, seu nascer e pôr do sol proporcionam um deslumbrante show de cores nas montanhas.

Já se a ideia é curtir a paisagem dentro do carro, a pedida é pegar a Tour Artists Drive, uma estradinha asfaltada e cheia de curvas. No caminho você chegará ao Artists Palette, um interessante conjunto de montanhas coloridas.

Por fim, não esqueça de passar no Furnace Creek, um dos poucos locais habitados do Death Valley. Lá há um centro para visitantes onde é possível comprar comida e encher a garrafa d’água, fazer piquenique, usar o banheiro e, claro, pagar a taxa de entrada para o parque. Não esqueça de pegar mapas para se localizar pela região, já que o sinal de internet ou celular não pega no Vale da Morte.

Recomendações para antes de viajar

Como é de se imaginar, não há transporte público para visitar Death Valley, portanto é preciso alugar um carro para ir até lá. A Califórnia é um dos estados norte-americanos que aceita a carteira de habilitação brasileira, mas o recomendado é fazer a Permissão Internacional para Dirigir (PID), pois há a chance de um policial te parar e não entender se a documentação está em ordem.

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Outra dica é quanto ao visto. Como o processo tem diversas etapas, o ideal é tirar o documento com antecedência. Reúna o máximo de comprovantes de vínculos com o Brasil e faça um treinamento antes da entrevista. A CELESTINO tem uma equipe especializada preparada para te ajudar com esse procedimento – entre em contato.

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E se quiser ter a certeza de conexão à internet durante toda a viagem (exceto dentro do Death Valley, claro), recomendamos o chip internacional MysimTravel. Ele funciona em mais de 200 países e pode ser ativado ainda no Brasil. Acesse o site e confira alguns pacotes promocionais para os EUA.

Texto: Igor Nishikiori, com edição de Julio Simões

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