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Por que tanta gente faz intercâmbio na Nova Zelândia?

Não são poucos os motivos que levam brasileiros a fazer intercâmbio na Nova Zelândia: segurança, clima ameno, opções de lazer, oportunidades de trabalho e a chance de aprimorar o inglês (ou até mesmo fazer um curso profissionalizante). Tudo isso usufruindo da excelente qualidade de vida deste pequeno país insular da Oceania, que tem apenas cinco milhões de habitantes.

Veja abaixo alguns motivos que justificam a escolha da Nova Zelândia, segundo país mais buscado no site da CELESTINO, e como ele pode ser o seu próximo destino de estudo: 

Possibilidade de estudar e trabalhar

A Nova Zelândia é um dos países mais abertos quando se trata de oportunidades de trabalho para estrangeiros. O governo garante a todo estudante do exterior matriculado em cursos de período integral (com ao menos 20 horas semanais) a permissão para trabalhar até 20 horas por semana. Esse visto é concedido ainda no Brasil, então não é preciso passar por nenhum trâmite adicional.

Porém, é preciso se atentar às condições desse direito. O curso precisa ter no mínimo 14 semanas de duração e estar vinculado a uma escola de Categoria 1 pela NZQA (New Zealand Qualifications Authority). No caso de escolas de Categoria 2, o curso precisa ser de ao menos seis meses e o aluno precisa obter nota 5 no IELTS (International English Language Testing System). Por isso, antes de fazer a matrícula e se mandar para um intercâmbio na Nova Zelândia, consulte a instituição e veja se ela se enquadra nos critérios.

Ensino muito além do inglês

Além da aprender ou aprimorar a língua inglesa, o viajante que for fazer intercâmbio na Nova Zelândia também pode aproveitar suas boas opções de ensino profissional. Os cursos de Hotelaria e Turismo, por exemplo, são classificados como um dos melhores do mundo e custam muito menos do que suas correspondentes na Europa.

O país tem também excelente cursos de Negócios que, dependendo do nível de qualificação, ainda permite trabalhar e permanecer no país após o final do curso. Para isso, é preciso fazer uma solicitação de visto de trabalho em um posto de imigração na Nova Zelândia.

Burocracia simplificada

Viajar para fazer intercâmbio na Nova Zelândia é mais fácil do que parece. Quem for ficar menos de três meses (seja para turismo ou cursos de curta duração) não precisa de visto de entrada. Basta apresentar seu passaporte válido na imigração e o comprovante de estada no país.

Para cursos com mais de três meses, é preciso tirar o visto de estudante. A CELESTINO pode te ajudar em todo o processo – entre em contato. O visto é válido até o final do curso, limitado a quatro anos.

Qualidade de vida sem igual

A Nova Zelândia é o 16º país do mundo em IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), segundo dados da ONU de 2018. Também é um dos países mais seguros do mundo, com índice de homicídio de apenas 0,99 por mil habitantes, de acordo com informações de 2014. Além disso, o fato de o país não estar envolvido em conflitos internacionais e ter uma postura pacífica o coloca longe da lista de alvos ataques terroristas ou conflitos políticos e religiosos.

Fora isso, o país também tem um clima bastante ameno, com quatro estações bem distintas: no verão as temperaturas máximas podem chegar a 30°C ao norte do país, onde faz mais calor; enquanto no inverno os termômetros marcam temperaturas abaixo de zero ao sul.

Por fim, quem decidir fazer intercâmbio na Nova Zelândia também pode aproveitar para praticar esportes ao ar livre, como canoagem, surfe, rapel, entre outros, atividades muito comuns por lá. Tudo isso desfrutando de paisagens naturais únicas no mundo, tão belas que serviram de cenário para filmes como “O Senhor dos Anéis” e “As Crônicas de Nárnia”.

Quer fazer intercâmbio na Nova Zelândia?

Depois de tantos motivos, ficou interessado em passar um tempo estudando na Nova Zelândia? A CELESTINO pode te ajudar com toda a documentação para a obtenção do visto, tanto de trabalho como de estudante. Para saber mais, acesse nossa página sobre a Nova Zelândia aqui no site ou entre em contato!

FonteGoverno da Nova ZelândiaNova Zelândia BrasilWikipédia, New Zealand.com
Texto: Igor Nishikiori, com edição de Julio Simões

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