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Olimpíadas 2020 no Japão: 6 coisas que você precisa saber

Falta pouco para as Olimpíadas 2020 em Tóquio e já é hora de se preparar para o evento que promete muita emoção, organização e tecnologia. Os ingressos devem estar disponíveis no Brasil em meados de julho de 2019, mas mesmo que você não consiga nenhuma entrada, ainda assim vale planejar uma visita à capital japonesa, especialmente durante a maior festa do esporte mundial.

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Pensando nisso, listamos seis dicas e curiosidades preciosas para você curtir Tóquio durante as Olimpíadas 2020. Confira:

1. Lembre-se: Tóquio não é uma cidade

Essa é uma confusão muito frequente com relação à capital japonesa e sede das Olimpíadas 2020. Isso porque Tóquio tem uma designação bastante peculiar, sendo uma mistura de cidade com província (o equivalente aos estados no Brasil). 

Na verdade, o que entendemos como Tóquio é a Região Metropolitana de Tóquio, que conta com 23 distritos autônomos (todos com status de cidade), 26 municípios primários, 5 municípios secundários e 8 vilas. Cada cidade é comandada por um prefeito eleito, enquanto quem administra toda Tóquio é um governador. A atual mandatária é Yuriko Koike, que inclusive esteve presente no encerramento das Olimpíadas no Rio.

Uma curiosidade histórica: entre 1889 e 1943, Tóquio chegou a ser uma cidade formada pelos bairros que hoje são os 23 distritos autônomos. Portanto, falar em cidade de Tóquio não está completamente errado, só que, neste caso, seria falar de um município que já não existe mais.

2. Tenha moedas em mãos

Apesar do Japão ser o país da tecnologia, muita coisa por lá ainda é feita com dinheiro vivo. Para evitar surpresas desagradáveis na hora de pagar a conta no restaurante ou na loja de conveniência, ande sempre com notas e moedas no bolso. Lembre-se apenas que a prática da gorjeta não existe no Japão — inclusive, isso pode ser considerada falta de educação.

Além disso, como as Olimpíadas 2020 vão acontecer em pleno verão nipônico, nada mais prático do que tomar um refresco gelado comprado em uma das milhares de máquinas automáticas espalhadas pelas ruas. Aliás, não é só refrigerante ou água: é possível encontrar desde máquinas de sorvete e cerveja até comida pronta para matar a fome entre uma caminhada e outra.

Caso você não queira ficar andando com muito dinheiro, uma opção é comprar um IC Card, um cartão recarregável usado tanto no metrô e no ônibus quanto como meio de pagamento em alguns estabelecimentos. A parte boa é que é possível pedir de volta o crédito não utilizado no cartão: basta ir a um local de atendimento da empresa e solicitar o reembolso.

3. Evite problemas no transporte público

Falando em metrô, já trabalhe com a ideia de que muitas estações estarão abarrotadas durante as Olimpíadas 2020. O governo estima que 10 milhões de turistas visitem o Japão durante o evento e isso certamente causará grande impacto no transporte público. Em dias normais, as estações de Tóquio recebem normalmente cerca de 20 milhões de passageiros, bastante próximo ao limite.

Por isso, não custa seguir algumas regras de etiqueta para que todos possam viajar tranquilo:

  • Antes de entrar no vagão, aguarde o desembarque dos passageiros junto à fila;
  • Deixe o celular no silencioso e nunca ouça áudios sem o fone de ouvido;
  • Evite conversar alto e não faça barulho que importune outros passageiros.

Em geral, os japoneses são bastante gentis e amigáveis com estrangeiros, mas também podem agir com rispidez caso tenham seu espaço pessoal invadido.

4. Tenha internet sempre à mão

Acredite: não é fácil achar um endereço em Tóquio. Para quem não é de lá, o sistema deles é quase um enigma, o que piora ainda mais sendo esta uma região urbana e superpopulosa. Nas ruas principais até existem placas com mapas que ajudam a se localizar, mas a melhor opção é adquirir um chip com internet.

Imagine que você quer conhecer um restaurante diferente, fora da rota turística, e não sabe falar nada de japonês. Ou então que você está com tempo livre e quer conhecer alguma atração nas redondezas. Ou, quem sabe, se acontece uma emergência e é preciso localizar com urgência o consulado brasileiro. Com um smartphone com internet em mãos isso não é problema.

Para ter mais comodidade, vale adquirir o chip internacional MysimTravel, que pode ser ativado no Brasil e é válido em mais 200 países. Seus chips são compatíveis com mais de 340 operadoras mundo afora e você ainda encontra planos especiais para diversos destinos, como EUA, Europa e América do Sul.

5. Sem ingressos para as Olimpíadas 2020? Sem problemas!

Os ingressos para a Olimpíadas 2020 serão vendidos a partir de meados de julho de 2019 no Brasil. Ainda não há informações sobre preços, exceto os divulgados pelo Comitê Olímpico no Japão, que variam de 2,5 mil ienes (cerca de R$ 88) até 130 mil ienes (R$ 4,6 mil), dependendo da modalidade. Mas mesmo que você não consiga nenhum ingresso, a viagem não estará perdida: Tóquio terá diversas atrações únicas durante os jogos.

A partir de abril de 2020, o evento Nippon Festival mostrará a cultura japonesa de uma maneira única para os visitantes, com shows, peças e exposições por toda a região. Além disso, organizadores prometem espalhar diversos telões pelas ruas para que todos os turistas possam torcer por seus atletas. Imperdível!

Já pensou em fazer turismo no Japão durante as suas férias?

6. Não esqueça do visto

Caso você vá ao Japão para ver as Olimpíadas 2020, lembre-se que você precisará de um visto de turista. Será preciso preencher um formulário, comprovar rendimentos, ter cópias da passagem e ainda apresentar às autoridades o cronograma da viagem, do dia de entrada até a saída. Além disso, é preciso pagar uma taxa a partir de R$ 97. A consultoria especializada da CELESTINO pode te ajudar com isso – entre em contato.

Por fim, vale citar que o governo japonês oferece isenção da taxa de visto caso o seu itinerário inclua as províncias de Miyagi, Fukushima e Iwate. A ideia do programa, que é válido até 31 de março de 2021, é incentivar a visitação da região afetada pelo acidente nuclear de 2011. Para solicitar a isenção, apresente a reserva da hospedagem e a passagem aérea ou de trem na região.

Texto: Igor Nishikiori, com edição de Julio Simões

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