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Já pensou em fazer turismo no Japão durante as férias?

Para quem curte tecnologia, boa comida e uma cultura rica e milenar não pode deixar de considerar fazer turismo no Japão. O arquipélago no extremo leste da Ásia reserva atrações incríveis durante o ano todo, além de ser uma rota bastante procurada por quem quer curtir as férias.
 
Entre os destinos mais procurados, dois se destacam: Tóquio e Kyoto. Sede dos Jogos Olímpicos de 2020, Tóquio é uma das maiores metrópoles do mundo, com uma vida noturna agitada e diversas opções de lojas. Já Kyoto é mais tradicional, conta com uma boa gastronomia e possui cenários que parecem saídos da época dos samurais. Conheça mais sobre essas cidades:

A diversidade de Tóquio

Atual capital do Japão, Tóquio não é exatamente uma cidade, mas uma metrópole com status de província que corresponde a 23 distritos autônomos. É a região mais populosa do país, com 9,7 milhões de habitantes, e uma das maiores do mundo. Essa diversidade explica porque Tóquio é um dos destinos mais procurados por quem vai fazer turismo no Japão.
 
O que não falta na cidade são boas atrações. Quem gosta de tecnologia e cultura pop, pode se aventurar pelo bairro de Akihabara — também chamada de “a Meca dos Eletrônicos”. Além de diversas lojas de videogames, câmeras digitais e computadores, Akiba (como também é conhecido) conta ainda com livrarias especializadas em mangás e cafés do tipo cosplay (hobby onde os participantes se fantasiam de personagens fictícios da cultura pop). 
 
Vale também conhecer o distrito de Shibuya, um dos mais movimentados do Japão, onde se concentram lojas das principais grifes do mundo. Lá, a vida noturna é agitada, com diversos izakayas (bar casual japonês com foco em bebidas, equivalente aos nossos botecos), além de karaokês que ficam abertos até de madrugada. Parada obrigatória para quem estiver fazendo turismo no Japão!
 
Quem busca algo mais tradicional tem como opção o templo Sensoji, em Asakusa. Construído no ano 645, o templo chegou a ser destruído durante a Segunda Guerra Mundial, mas foi reconstruído como símbolo de renascimento e paz do povo japonês. O local recebe diversos festivais e eventos ao longo do ano, como o Sanja Matsuri em maio e um desfile de Carnaval brasileiro que acontece no final de agosto. 

A hospitalidade de Kyoto

A antiga capital japonesa é famosa por sua arquitetura clássica, pelos seus castelos e pela beleza de seus jardins naturais. Tanto que a cidade tem 17 locais históricos listados pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. 
 
A culinária local também destaca-se em Kyoto. Uma atração interessante para os amantes de lámen (o ensopado de macarrão japonês) que estiverem a turismo no Japão é o restaurante Menbakaichidai, que serve o prato em meio ao fogo. Também há diversos lugares onde é possível acompanhar de perto a tradicional cerimônia do chá. E para quem gosta de saquê, o bairro de Fushimi conta com diversas fábricas que oferecem serviço de degustação.
 
Outra experiência única é visitar o bairro de Gion, onde ficam as gueixas (mulheres que estudam a tradição milenar da arte, dança e canto, e se caracterizam distintamente pelos trajes e maquiagem tradicionais). Contratar os serviços delas — que nada tem a ver com prostituição, vale frisar —  não é barato, mas não é difícil encontrá-las caminhando pelo bairro. O local também sedia um dos festivais mais conhecidos do Japão, o Gion Matsuri, que acontece todo ano, em julho. 

Visto para fazer turismo no Japão

Para visitar o Japão, todo brasileiro precisa solicitar o visto de entrada. Para consegui-lo, é preciso pagar uma taxa e apresentar a documentação solicitada. Em caso de dúvida, entre em contato com a CELESTINO. Um detalhe importante é que até 31 de março de 2021, o governo japonês está isentando a taxa de visto para quem for passar pelas províncias de Miyagi, Fukushima e Iwate quando estiver fazendo turismo no Japão. A ideia é incentivar a visitação da região afetada pelo acidente nuclear de 2011. Para solicitar a isenção, leve junto com a documentação reserva de hotel ou hospedagem e passagem (pode ser aérea ou de trem) para a região.
 
Texto: Igor Nishikiori, com edição de Julio Simões