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Nova Zelândia: novo visto eletrônico afeta brasileiros

Brasileiros que estejam planejando viajar para a Nova Zelândia precisam estar atentos à mais recente determinação da imigração local: a partir do dia 1º de outubro de 2019, será obrigatório emitir o visto eletrônico antes de entrar no país, formalmente conhecido como Electronic Travel Authority (ETA), tecnologia já adotada por outros países.

A nova documentação custará ao viajante de 9 a 12 dólares neozelandeses (de R$ 23 a R$ 32, aproximadamente), a depender do meio da emissão (aplicativo ou site). O custo do visto eletrônico também inclui a taxa de proteção ambiental do país, vigente desde 2018. A validade do documento é de dois anos.

Além do Brasil, a medida atinge outros 59 países que possuem acordos de isenção de visto com a Nova Zelândia. Entre outras coisas, a medida visa aumentar a segurança no país sem prejudicar a entrada de turistas, já que as informações básicas e os antecedentes criminais serão analisados com antecedência, de forma eletrônica.

Muito além do visto eletrônico

Atualmente, brasileiros não precisam de visto caso fiquem por até três meses no país. No entanto, é preciso estar atento à outras regras, como a necessidade de exame médico. Para saber qual a documentação de viagem completa para entrar na Nova Zelândia, acesse nossa página especial. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco.

Fontes consultadas: New Zealand Immigration, Folha de S. Paulo
Texto: Julio Simões